Eu e meu primo

Um amigo meu me enviou um relato, pedindo que eu o transformasse em conto para postar aqui.
Ele deixa bem claro que não é gay, mas curte todo e qualquer tipo de sexo, conforme vocês poderão ler:
Acabei conhecendo vários parentes que nunca tinha visto, entre eles um com quem iria dividir um dos quartos. Não vou citar o nome dele por uma questão de privacidade. Este meu primo era casado, com filhos, mas havia ido sozinho. Pelo que conversamos durante o dia, deu para ver que era um cara legal, normal. Era moreno, alto, tinha pernas grossas, peito cabeludo, bundinha durinha. Isso eu vi quando estávamos na piscina. Não só eu, mas minhas primas tambem não paravam de olhar para ele. Era realmente um cara muito legal, sorridente, ficamos logo amigos.
Na hora de dormr, minha tia, muito sem graça, nos disse que, infelizmente, a única cama que ela tinha naquele quarto era uma de casal. Levamos na brincadeira.
Depois de muito papo e muita cerveja, todos se dirigiram para seus quartos. Eu e o meu primo fomos dormir e foi ai que as coisas aconteceram. Ele foi chegando e ficando pelado para tomar banho, discretamente eu comecei a olhar, que corpo, que rola, que pinto bonito.
Ele foi tomar banho primeiro e voltou com a toalha nas costas e o pinto bem duro, comecou a disfarçar, e não colocava a roupa. Vendo aquela rola linda que ele tinha, eu fui ficando de pau duro também. Para despistar, fui tomar meu banho. Não resisti e bati uma punheta deliciosa enquanto me banhava. Fiquei imaginando como seria bom pegar na rola dele, senti-la bem quente, e, por outro lado, como deveria ser gostoso enfiar meu pau no cu dele...aquela bundinha dura dele não me saia da cabeça...
Gozei abundantemente.
Quando sai do banho, vi que ele tava batendo uma punheta, e aí eu não resisti, e entendi que ele estava querendo tambem. Comecei a bater outra, bem gostosa. Ficamos os dois assim, por um tempo, até que ele tomou a iniciativa de chegar perto de mim, colocou a mão na minha rola e eu na rola dele e continuamos a nos masturbar. Fomos para a cama e fizemos um 69 bem gostoso.
Comecei a passar a mão naquela bundinha dura dele, dava uns apertões, ele arfava de prazer. Gostou mais ainda quando enfiei o dedo no cu, passei a lingua. Ele fez o mesmo comigo.
Ficamos enlouquecidos, mais que depressa, eu o coloquei de quatro, peguei um creme para cabelos, passei na bundinha dele e comecei a enfiar. Coloquei a cabeça, e deixei ele se acostumar. Depois ele começou a rebolar,e gemer, e jogar o corpo para tras, nossa, gozei na hora, descansamos um pouco, e depois foi a vez de eu dar o cu, também fiquei de quatro, e comecei a rebolar. Ele colocou ate as bolas, bombou gostoso, meu pau endurecia novamente e gozamos juntos.
Depois fomos dormir, enroscados um no outro. Lá pelas tantas, acordei e vi que estava de pau duro... não resisti e comecei a come-lo de novo. Foi a minha vez de inundar o cu dele com minha porra, ele apenas se virou e me deu um beijo na boca, gostoso, daqueles de lingua, de macho... muito bom...
Ficamos lá três dias e todas as noites trepamos, buscando posições diferentes.
Depois que fomos embora, nunca mais nos encontramos, só ficou a saudade, boas lembranças, e a vontade de reencontrá-lo para sentir de novo aquela rola gostosa e enfiar a minha naquela bundinha durinha...
O badboy gostoso: primeira vez

Este é um relato totalmente real, em todos os detalhes. Sempre me relacionei, namorei e transei só com mulher. Entretanto, sou bissexual. Sempre tive desejo de saber como é estar com outro macho. Sempre esperei por esta oportunidade, mas nunca aparecia algum cara que me atraísse. Não sinto tesão por caras que demonstrem o menor sinal de frescura. Gosto de machos de verdade e confesso que os badboys me atraem bastante. Além disso, todo mundo acha que só curto mulher e achar um cara nas mesmas condições é difícil. O jeito seria entrar na internet e torcer para conhecer alguém do jeito que eu gosto. Foi isto que fiz. Entrei em batepapos e conheci alguns caras. Conversei com vários. Aceitei conhecer alguns. Sempre em viagens que eu fazia, marcava para conhecer.
Nestes encontros, nunca conheci alguém que me atraísse, que me despertasse aquela vontade incontrolável de agarrar, beijar, lamber..... Enfim, onde surgisse a química que levasse a me atracar com o cara, arrancar a roupa e deixar rolar. Por isto, nunca tinha rolado nada com outro cara aínda
Mas um dia, sem muitas esperanças comecei a conversar com um cara na net. Ele disse que estava passeando na minha cidade (interior de Minas). Marcamos de nos conhecermos. Eu nunca tinha feito isto na própria cidade que eu morava. Fui pensando que, ao chegar lá, eu disfarçaria, daria meia volta e nem me apresentaria. Só que chegando lá, vi um carinha gostoso demais em pé no balcão do bar da esquina onde havíamos marcado. Achei ele muito gato. Era o tipo de cara que eu curtia. Aquele tipo que olho na rua e falo: “com este eu iria”. Mas pensei que não devia ser ele. Era bom demais pra ser verdade. De longe, resolvi pegar o celular, ligar e ficar observando para ver se ele iria atender. Para minha surpresa ele atendeu. Saiu andando e eu fui atrás. Era atraente até no jeito de andar. Fiquei excitado ali naquele momento. Pela primeira vez, ao invés de correr dos caras, eu fui em passo acelerado atrás de um. Era uma sensação de oportunidade única que não poderia ser perdida.
Fomos caminhando. Ele, conversando pouco, fazendo aquele estilo de garoto mau, que não estava afim de papo com estranhos. Era eu quem puxava assunto. Ele me convidou para ir num bar tomar alguma coisa. Entretanto, mesmo atraído por ele, tinha medo de alguém me ver com ele e poder associar alguma coisa. Foi aí que numa atitude inédita e um pouco irracional, convidei-o para ir em minha casa. Naquele dia, me senti um pouco burro e irracional por estar convidando alguém que não conheço para ir até minha casa. Mas a vontade de ficar sozinho com ele era mais forte. Na verdade, eu não estava sendo burro, mas sim um puto e safado pois eu via que não estava fluindo um bom papo entre a gente, mas sim uma vontade de dar um amassos. Uma sensação incontrolável e inexplicável daquelas que surgem sem você saber de onde.
Chegamos em casa. Eu meio nervoso e sem prática no assunto homemXhomem, o convidei para sentar e ofereci água. Ele sentou-se, mas logo levantou. Quando vi, estava próximo de mim. Foi chegando, me colocando contra a parede. Eu nunca havia beijado um cara na minha vida. Ele foi aproximando sua boca em direção a minha. Eu, que não me controlava de tanta vontade e de tesão por ele, não ofereci nenhuma resistência. Foi muito gostoso o beijo. Ele foi me beijando e escorregando as mãos por minhas costas, em direção à minha bunda. O momento máximo foi quando ele pegou com as duas mãos minha bunda e começou a apertar com toda vontade enquanto me beijava. Sentir aquela boca gostosa e aquela pegada firme foi algo que achei que nunca passaria de um sonho. Além de gostoso, ele sabia pegar bem.
Ele foi me agarrando, arrancando minha roupa aos poucos. Tirou minha camisa e minha bermuda. Fiquei só de cueca. Ele pegando em todo meu corpo. Eu permitindo tudo porque o tesão era incontrolável. Foi então que ele desabotoou a calça, tirou o pau para fora e com a mão na minha cabeça foi me abaixando. Fiquei de joelho, de frente para aquele mastro que parecia ser delicioso. Nunca tinha feito aquilo, mas abocanhei com vontade. Só lembro dele falando: “delicia cara”. Isto me fez chupar com mais vontade.
Depois de mamar alguns minutos, ele me levantou, me deu as mãos e apontou em direção ao quarto para que fossemos para lá. Lá, ele terminou de tirar sua roupa e minha cueca, sentou-se na cama e disse para sentar no colo dele. Começamos um sarro delicioso. Depois terminamos deitando, nos agarrando. Ele me pegou e levou em direção ao banheiro. Todo marrento, foi , sem pedir licença, abrindo a porta do banheiro, ligando o chuveiro, me colocando debaixo da água, pegando o sabonete, e me dando um banho. Este jeito de um cara que sabe o que quer, decido e suas atitudes só aumentavam meu tesão, que já foi grande só de conhecê-lo.
Ele me pôs de quatro no banheiro e começou a lamber minha bunda. A língua era maravilhosa. Me lambeu todinho, o que me deixava delirando com cada linguada no meu cu.
Ele queria me comer. Percebi que ele começava a querer entrar. Mas sem camisinha não iria rolar. Além disso, eu nunca tinha dado antes. Senti que ele não agüentava mais de tesão e gozou nas minhas costas, comigo ainda de quatro e bundinha empinada para ele. O gemido dele foi delicioso.
Ele tomou banho, saiu. Ainda todo marrento, foi em direção ao espelho e começo a se olhar e se arrumar. Ajeitou o cabelo, olhou para mim e deu uma risadinha sacana, enquanto eu saia do banho e terminava de me enxugar. Ele disse: “abre a porta pra mim brother, tenho q ir”. Quando eu abri a porta e me deu a mão me comprimentando, olhou nos meus olhos e disse: “ se cuida cara”.
Ele retornou mais duas vezes à minha cidade. Das duas eu arrumei um jeito de me encontrar com ele. Foram mais dois encontros parecidos com este. Não consigo controlar meu tesão por ele. Queria muito conhecer outros carinhas iguais a ele






























